Complicado estudar filosofia já na puberdade da velhice. Definem-se na vida tantas certezas que viram pó quando se as cogita na órbita filosófica. Spinoza me fez pensar no tempo perdido da existência e agora estou avaliando alguns textos do Leibniz que, se entendi direito, afirmam que eu não passo de uma mônada. Depois de Descartes e o seu “Penso, logo existo” já não tenho mais certezas sobre muita coisa. E se apenas eu existir e tudo o mais for apenas imaginação?! Vai que nem mesmo eu exista e apenas esteja presente num sonho alheio! Sempre pensei ser meio louco, agora começo achar que não sou só meio…
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